O fim e o começo
Hoje é o último dia do ano e nem sei como descrever 2019. Sabe quando um ano parece cinco em um? Nossa, esse ano foi desafiador, instigante, preocupante, enervante, assustador, frenético e uma série de outros adjetivos. Foi um ano de conquistas e perdas, de vazios que nunca serão preenchidos, de angústias e de esperanças.
No fim de mais este ciclo, sou feliz pelo tanto que aprendi, por ter amadurecido como pessoa, por ter descoberto minhas virtudes e meus defeitos. 2019 deve ter sido, com certeza, o melhor ano da minha vida, o ano que mais me ensinou sobre minha própria força e capacidade de reinvenção, sou grata por tantas pessoas que entraram e saíram da minha vida, por tantos sorrisos e lágrimas que faltam linhas para contar.
Sobre o futuro, o que desejo para 2020 é que eu consiga realizar o que foi impossível no ano que se encerra e que não esqueça as lições que a vida já me ensinou em outros anos. Acabei percebendo que meus momentos mais felizes deste ano não tiveram roteiro, que minhas melhores metas foram as mais simples como ver o pôr do sol ou tomar um simples banho de chuva, que as vezes a vida não pode ser controlado como uma equação e tá tudo bem com isso. Encerro este ano escrevendo esse post, em um blog que eu mesma esqueço que tenho, sozinha com um gato gordo dormindo ao lado (Jon Snow), prometendo a mim mesma tentar não amarrar minha vida: que exista espaço para o inseparado e que haja amor em tudo que eu fizer. Meta pessoal: prometo me esforça para ser melhor no futuro do que sou no presente. Feliz Ano Novo, para mim mesma e para qualquer alma que tenha encontrado este post neste blog aleatório e avulso (honrando o próprio nome)!
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